sexta-feira, 4 de setembro de 2009

AVISO URGENTE

BOLSA-MEC
Acessem o e-mail coletivo e baixe arquivos importantes sobre a Bolsa do MEC

domingo, 16 de agosto de 2009

GESTAR II- MATO GROSSO- ETAPA 2


ETAPA 2- FORMAÇÃO EM MATO GROSSO

Abertura da segunda etapa de formação do curso Gestão da Aprendizagem Escolar no auditório do Hotel Mato Grosso Águas Quentes, em Cuiabá. Professor Maurício Santos.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

ETAPA 2- ENCONTRO DE AGOSTO EM CUIABÁ

Colegas Formadores de Mato Grosso,
a Etapa 2 de formação do Gestar acontecerá entre os dias 10 e 14 de agosto em Cuiabá. Na ocasião, trabalharemos os TP's 1,2 e 6 com os respectivos AAA's.

Peço que cada Município organize uma brevíssima exposição de uma atividade interessante (relevante) que possa servir de estímulo aos colegas. Lembrem-se, a riqueza de nosso curso está na possibilidade de trocarmos experiências. Compartilhar é a palavra de ordem!
Vocês poderão organizar esse material em fotos, imagens, vídeos, depoimentos, etc.
Aqueles que possuem blogs poderão propor um passeio rápido pela página.(teremos internet em sala).
Não é preciso entregar por escrito.

Abraços fraternos.
Professor Maurício.

CÁRCERES-MT 2

ESTADO DE MATO GROSSO
PREFEITURA MUNICIPAL DE CÁCERES
SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
CENTRO DE FORMAÇÃO E ATUALIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA – CEFAPRO
GESTAR II – PROGRAMA GESTÃO DA APRENDIZAGEM - MEC

RELATÓRIO

GESTAR II – LÍNGUA PORTUGUESA

1º SEMESTRE

PROFESSORA FORMADORA: ROSELI DO NASCIMENTO MOREIRA
CÁCERES-MT, 20 DE JUNHO DE 2009.
ESTADO DE MATO GROSSO
PREFEITURA MUNICIPAL DE CÁCERES
SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
CENTRO DE FORMAÇÃO E ATUALIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA – CEFAPRO
GESTAR II – PROGRAMA GESTÃO DA APRENDIZAGEM - MEC
Relatamos aqui as atividades desenvolvidas através do Programa Gestão da Aprendizagem Escolar – Gestar II de Língua Portuguesa no município de Cáceres – MT.
As atividades aqui relatadas foram desenvolvidas com os professores cursistas de Língua Portuguesa de 5ª a 8ª séries do Ensino Fundamental das redes municipal e estadual de ensino neste primeiro semestre de 2009.
Atendemos neste período, 84 (oitenta e quatro) professores cursistas, divididos em 02 (duas) turmas.
Os encontros coletivos (oficinas) são mensais e tem a duração de 08 horas cada. Neste primeiro semestre foram realizadas 03 (três) oficinas e acompanhamentos pedagógicos no intervalo entre uma oficina e outra.
ESTADO DE MATO GROSSO
PREFEITURA MUNICIPAL DE CÁCERES
SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
CENTRO DE FORMAÇÃO E ATUALIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA – CEFAPRO
GESTAR II – PROGRAMA GESTÃO DA APRENDIZAGEM - MEC
1ª OFICINA
GUIA GERAL
A apresentação do Programa Gestão da Aprendizagem – Gestar II de Língua Portuguesa ao professores cursistas do município de Cáceres iniciou-se em clima de expectativas e dúvidas por parte de todos: O Gestar era só mais um curso de capacitação de professores? Teria acompanhamento? Ajudaria na prática pedagógica? Afinal, o que era o Gestar II?
Antes de apresentarmos o Programa Gestar II e responder todas essas questões, optamos por desenvolver uma atividade que abrisse espaço para que os professores se apresentassem aos colegas e ao mesmo tempo pudessem compartilhar com o grupo suas angustias e frustrações enquanto professores de Língua Portuguesa dos anos finais do Ensino Fundamental.
A atividade foi denominada de “Muro do Desabafo”. Diante dele, os professores expuseram todas as dificuldades vivenciadas em sala de aula tais como: indisciplina, desinteresse dos alunos, famílias desestruturadas e descompromissadas com a educação dos filhos, alunos com conhecimentos aquém do esperado para o nível de ensino que estão cursando, a falta de recursos didáticos pedagógicos adequados, escolas com estrutura física inadequada, avaliação inadequada do processo ensino aprendizagem, violência dentro e fora das escolas entre outros.
Na seqüência apresentamos o muro “Os Saberes e Sabores da Docência”, representando alguns, dos muitos aspectos positivos dessa profissão (a competência, sabedoria, alegria, criatividade, inovação, desafio, descoberta, superação, envolvimento, transformação...) que tem compromisso com a construção da cidadania.
Compreendemos que este foi um momento importante para começarmos nossa reflexão sobre o que ocorre dentro e fora da sala de aula, tanto do ponto de vista do conteúdo pedagógico como das relações entre os sujeitos envolvidos no processo de ensino aprendizagem. Sabemos que a sala de aula é um espaço privilegiado para ação educativa e o professor, como mediador desse processo contribui para o desenvolvimento de uma cidadania adaptada ao mundo contemporâneo e a para a construção das competências (Perrenound, Thurler, Macedo, Machado e Allessandrini, 2002).
Ilustramos esta concepção, trabalhando o filme “O Saber e o Sabor” que dentre outras coisas, aborda uma ação educativa baseada em uma pedagogia construtivista que garante os sentidos dos saberes, cria situações de aprendizagem, administra a heterogeneidade e leva a reflexão dos processos e percursos da formação de professores.
Foi partindo deste pressuposto que apresentamos o Programa Gestão da Aprendizagem – Gestar II de Língua Portuguesa aos professores cursistas de Cáceres: Modalidade, Proposta Pedagógica, Fundamentos da Proposta Pedagógica, Currículo do Gestar II de Língua Portuguesa, Avaliação, Expectativas de Mudanças e Especificidades do Programa, dando ênfase ao fato de que o Gestar II se orienta para a criação de uma nova escola, que contemple a complexidade do mundo contemporâneo articulando-o com a educação dos alunos, não perdendo de vista a formação permanente dos professores e as possibilidades de proporcionar espaços para o aperfeiçoamento do seu desempenho pessoal e acadêmico (MEC, 2008).
Com todas as dúvidas sanadas, encerramos a oficina com a avaliação das atividades desenvolvidas ao longo do dia. Através das avaliações, constatamos que os professores cursistas ficaram satisfeitos com as atividades e principalmente com a proposta de trabalho do Gestar II. Salientaram, no entanto a necessidade de terem o material do Programa em mãos, assim como o acompanhamento pedagógico do Professor Formador no decorrer do curso.
2ª Oficina
Gêneros e Tipos Textuais
Com o objetivo de proporcionar momentos de estudos e reflexões sobre o trabalho com os gêneros e tipos textuais em sala de aula, iniciamos a oficina do TP 3 de Língua Portuguesa explorando a concepção que nossos professores possuíam em relação ao tema. Para tanto, utilizamos uma atividade que introduziu o assunto de forma diferenciada e dinâmica, Considerando que os professores cursistas ainda não estavam de posse do material didático do Programa e, portanto não havia relato de transposição didática baseada nos “Avançando na Prática”.
Assim, levamos uma grande variedade de gêneros textuais para que os professores fizessem a análise dos textos: classificação (gênero), forma, leitor, tipo de linguagem, finalidade e aplicabilidade em sala de aula. O resultado da atividade foi muito bom, pois possibilitou a análise de diferentes textos, tendo como base as orientações e sugestões do TP3 e a troca de experiências de trabalhos já realizados pelos professores. Complementamos esta atividade com a leitura do texto do Ampliando nossas referências: “Gêneros textuais: definição e funcionalidade” de Luiz Antonio Marcuschi.
Utilizando o poema “Poema tirado de uma notícia de Jornal” de Manoel Bandeira e a música “Bom dia” de Gilberto Gil e Nana Caymmi, os professores cursistas realizaram as atividades propostas na Oficina 5 : planejaram atividades de leitura,interpretação e produção de textos visando à análise, caracterização e classificação dos gêneros textuais.
A leitura e discussão do texto “Descrição e dissertação” (Platão, F. & Fiorin, J. L. Para entender o texto) do Ampliando as referências, permitiu uma reflexão sobre as características e o uso, dentro fora da sala de aulas, dos vários tipos de textos: narrativos, descritivos, dissertativos (expositivos e argumentativos) e os injuntivos e preditivos.
Após, divididos em pequenos grupos, os professores desenvolveram as atividades 04 da Unidade 11 e 05 da Unidade 12 pois estas eram consideradas fio condutor de reflexão sobre os conceitos fundamentais das unidades acima citadas .
Concluímos o TP3 desenvolvendo as atividades propostas na Oficina 6 que serviram para consolidar os conhecimentos construídos até aquele momento.
A avaliação da Oficina “Gêneros e tipos textuais” desenvolvida no município de Cáceres foi muito positiva, atendendo as expectativas e objetivos dos professores cursistas e formador. Além das atividades orientadas no material, incluímos outras atividades (leitura/declamação de poesia e/ ou trecho de poesias) que contribuíram bastante com a construção do conhecimento em relação ao tema trabalhado. Salientamos, no entanto que a transposição didática não aconteceu no período correto porque os professores cursistas não tinham o material.
3ª Oficina
Leitura e processos de escrita I
Para dar continuidade a elaboração de conceitos e práticas consideradas fundamentais para a elaboração do fazer pedagógico do professor de Língua Portuguesa de 5ª a 8ª séries do Ensino Fundamental, demos início à Oficina de Leitura e Processos de Escrita, sugerindo aos professores que em uma folha de papel fizessem seu auto-retrato. Na parte interna da folha pedimos que uma parte dos professores conceituasse o processo de aquisição da escrita a outra parte o processo de aquisição de leitura.
Os depoimentos e conceitos que surgiram a partir desta atividade serviram de pretexto para discutirmos o conceito de letramento que considera tanto a escrita como a leitura como práticas sociais básicas para o ensino a partir do texto.
De acordo com esta concepção, o letramento é o estado ou condição que adquire um grupo social ou indivíduo como conseqüência de ter-se apropriado da escrita. Sendo assim, o professor precisa desenvolver um trabalho de leitura, compreensão, interpretação e escrita de diversos tipos e gêneros textuais, possibilitando assim a compreensão da funcionalidade da língua por parte do aluno.
O texto “De como se constitui a questão...” (Matencio, M de L. M., 1994) em Ampliando nossas referências, complementou as reflexões e discussões sobre as atividades de construção de sentidos, práticas discursivas de leitura e escrita, processo de letramento e a leitura e escrita dos alunos.
Os relatos das transposições didáticas constituíram outro importante momento para troca de experiências, análises e reflexões sobre a prática pedagógica dos professores cursistas. A partir desses relatos foi possível perceber os avanços e dificuldades vivenciados por eles no desenvolvimento das atividades dos “Avançando na Prática” e do AAA 4, e fazer as intervenções e orientações necessárias.
Na seqüência realizamos a atividade com o poema “Cidadezinha Qualquer” de Carlos Drummond de Andrade - Oficina 7. Os professores cursistas, divididos em pequenos grupos e por série, planejaram a exploração do poema com seus alunos . Neste momento, muitos professores fizeram, o relato das atividades desenvolvidas. Durante a avaliação da atividade, os professores demonstraram estarem muito entusiasmados com as atividades sugeridas no material do Gestar II e com as sugestões dos colegas.
Com base no texto “Porque meu aluno não lê?” (Kleiman, 2002) do Ampliando nossas Referências, discutimos o processo de leitura e compreensão do texto, abordando os tipos, objetivos e procedimentos de leitura, considerando inclusive a estrutura do texto.
Iniciamos a Oficina 8, com os relatos das atividades desenvolvidas dos Avançando na Prática , referentes às Unidades 15 e 16. Neste momento os professores relataram que as atividades sugeridas são muito práticas e envolventes, pois é possível trabalhar os vários gêneros e tipos de textos considerando a diversidade cultural dos alunos. Fechamos os relatos discutindo as crenças, teorias e fazeres na produção textual.

Com depoimentos de escritores e educadores como Patativa do Assaré, Paulo Freire, Luís Fernando Veríssimo, Luiz Vilela e Lygia Fagundes Telles, concluímos o assunto sobre o processo de aquisição de leitura e escrita.
Na segunda parte da Oficina 8, os professores realizaram as atividades propostas fazendo o planejamento de atividades que desenvolveriam com os alunos a partir das imagens da Oficina 8.
A avaliação da Oficina como um todo, foi muito satisfatória, pois os professores estão conseguindo fazer a relação entre teoria e prática pedagógica.
ACOMPANHAMENTO PEDAGÓGICO

No intervalo entre uma oficina e outra realizamos o Acompanhamento Pedagógico aos professores cursistas do Gestar II.
Essa atividade possibilitou o acompanhamento in loco do trabalho desenvolvido pelos professores cursistas, assim como realizar intervenções e orientações pontuais, de acordo com as necessidades verificadas.
Essa prática mostrou-se bastante eficaz, a partir do momento que os professores cursistas compreenderam que este acompanhamento tinha como objetivo auxiliá-los no desenvolvimento das atividades.
AVALIAÇÃO
Todas as atividades desenvolvidas contribuíram muito com a prática pedagógica e formação, tanto de professores cursistas quanto do professor formador.

BARRA DO GARÇAS-MT 4

PROGRAMA GESTÃO DA APRENDIZAGEM ESCOLAR - GESTAR II


Formação Continuada de Professores dos Anos Finais do Ensino Fundamental

Relatório de atividades do Gestar II
Professora Formadora: Rita Natália Batista da Silva
Órgão: Cefapro – Centro de Formação e Atualização dos Profissionais da Educação
Pólo: Barra do Garças/MT
Disciplina: Língua Portuguesa
junho/2009
Os trabalhos relacionados ao Programa Gestão da Aprendizagem Escolar – Gestar II iniciaram-se no Cefapro, Pólo de Barra do Garças, em março com a divulgação e apresentação do programa realizada para os coordenadores pedagógicos e diretores em uma fala proferida pela diretora do Cefapro do Pólo de Barra do Garças, Cláudia Marques. Neste momento, Cláudia frisou a importância de cada um dentro do Programa para que ele possa acontecer da forma mais produtiva possível. A diretora Cláudia falou sobre a importância de todos da escola oferecer suporte para que o professor cursista possa se sentir tranqüilo na hora de realizar as oficinas e também os estudos à distância. Neste primeiro momento não foi possível mostrar o material que ainda não estava em nossas mãos.
Ainda neste mês começou a designação dos formadores que iriam atender ao programa e a organização das turmas por formadores. Em alguns municípios (General Carneiro, Pontal do Araguaia, Araguaiana e Barra do Garças) não foi possível organizar as turmas por município, já que os cursistas escolheram dentre os dias e horários propostos aqueles em que eles não estavam em sala de aula. Por este motivo, os formadores ficaram com cursistas de municípios diversos de acordo com a opção que cada cursista fez, uma vez que os municípios são próximos.
Neste mês os professores formadores, acataram a sugestão da SEDUC e começaram a realizar reuniões para estudar o material, preparar as oficinas, definir o cronograma, organizar local, material e equipamentos necessários para a realização das oficinas.
Não foi possível a distribuição do material dos cursistas da rede estadual até o momento, embora a Coordenação Estadual do Programa tenha insistido para que isso acontecesse porque ele se encontrava no almoxarifado central da Seduc, em Cuiabá, esperando a empresa responsável completar a carga para cumprir as rotas e então efetuar a entrega
No dia 20 de março encaminhamos para a coordenação estadual o cronograma de atendimento do Pólo, por formador, para o 1º semestre contendo o nome de cada formador, relação de municípios de sua atuação, número de cursistas, datas das oficinas, datas de monitoramentos, carga horária e local das oficinas.
Conforme sugestão da coordenação estadual no início de abril, realizamos a oficina introdutória, com duração de 8 horas, de acordo com sugestão no guia geral, apresentando o Programa para os cursistas em dois momentos diferenciados:
_ um primeiro momento, no turno matutino, fizemos a apresentação do Programa com a abertura do evento pela diretora do Cefapro, Cláudia Marques reforçando o que tinha sido falado para os coordenadores e diretores sobre a importância do Programa e a função que cada um precisa desenvolver para que possa alcançar os objetivos propostos que é a melhoria do ensino-aprendizagem. Em seguida tivemos a apresentação do documentário “sabor e saber” para que o grupo pudesse refletir sobre o ensinar e aprender.
Cada formador ficou responsável pela apresentação de uma unidade do Guia Geral que incluem:
Unidade 1 – O Gestar II como Programa de Formação Continuada em Serviço;
Unidade 2 _ A Proposta Pedagógica do Gestar II;
Unidade 3 _ A Implementação do Gestar II.
Após a fala de cada formador foi oferecido um momento para que os cursistas colocassem seus questionamentos, onde eles quiseram saber o porquê do Programa estar voltado para as disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática, como lidar com uma carga horária tão extensa, porque não ofereceu mais 60horas para que se configurasse como Especialização e se poderia assinar o termo de compromisso de desistência ali naquele momento.
No turno vespertino, dividimos as turmas e os formadores foram trabalhar as Unidades 4 e 5 mostrando para os cursistas as expectativas de mudança e as especificidades do Programa em cada Escola e os Procedimentos para a Utilização dos Cadernos de Atividades de Apoio à Aprendizagem do Aluno.
Ainda neste momento foi falado um pouco sobre o Portfólio e discutido o Cronograma para a realização dos encontros presenciais. Como não estava fácil definir dias e datas esclareci ao grupo que seriam produzidos cronogramas diferenciados de acordo com as sugestões que eles colocassem ao preencherem as fichas de inscrições. Falei um pouco sobre a forma como é organizado o material que eles terão em mãos (TPs, AAA do professor e AAA do aluno) e todos reclamaram que estava difícil entender a minha fala, os slides e fazer um estudo mais aprofundado já que a maioria estava sem o material para manusear naquele momento.
Finalmente, fiz alguns encaminhamentos para a próxima oficina no que diz respeito à lição de casa, embora a maioria fizesse questão de frisar que só seria possível realizar as atividades se recebessem o material. A maioria dos professores e gestores não tinha conhecimento quanto ao material que foi enviado para cada escola e até hoje temos gestores que dizem não ter chegado material nenhum para sua escola.
O que pude observar ao término da oficina introdutória é que os cursistas estão sentindo realmente a necessidade de uma formação continuada, pois percebem que só a formação inicial não consegue dar conta da demanda que eles têm de acompanhar quanto às transformações e exigências que estão vivendo e que precisam buscar programas, cursos e projetos que visem uma formação contínua para o seu aperfeiçoamento profissional.
Outro fato que chama a atenção é que esses cursos, programas e projetos, para eles não podem ficar só na teoria, como aconteceu com o Projeto Eterno Aprendiz, eles precisam ir até “o chão da escola”, fazendo uma ligação entre a teoria e prática, que só assim contribuir para a melhoria do ensino-aprendizagem.
No dia 24.04.09 não aconteceu a oficina 5 porque os cursistas ainda não tinham realizados as atividades por falta do material em mãos. Iniciei o encontro com a participação da Coordenadora Pedagógica do Cefapro, Dinahmara que procurou esclarecer para os cursistas como o Programa Gestar II acontecerá dentro do Sala de Professor para a realização dos estudos a distância pedindo que as escolas contemplem em seu Projeto.
Logo após exibi uma mensagem (Deus te quer sorrindo) para os cursistas e uma dinâmica de apresentação através da montagem de um quebra-cabeça, em duplas e que fizessem uma entrevista tendo como objetivo neste momento conhecer um pouco mais os cursistas com os quais estarei trabalhando neste programa onde descobri que todos são graduados em Letras, a maioria já tem especialização e trabalham nas redes municipal e estadual.
Apresentei o material e o cronograma para os cursistas ( no power point) e expliquei qual a proposta para o desenvolvimento das TPs, tendo que explicar o porquê de não ter os AAAs do aluno para cada um aluno e ouvindo deles que as temáticas apresentadas já são conhecidas e que já foram trabalhadas no Projeto Eterno Aprendiz.
Para esclarecer coloquei que realmente as temáticas já são conhecidas por todos que são habilitados nesta área ou que participaram do Projeto Eterno Aprendiz e que estes devem explorar o material e tirar o que nele tem de melhor, mas que temos muitos professores que estão trabalhando com Língua Portuguesa que são habilitados em outras áreas, por isso não têm este conhecimento, reforçando que o diferencial do Programa em relação ao Eterno Aprendiz é o trabalho teoria e prática que exigirá que realmente a teoria seja aplicada e possamos ver o resultado na melhoria do ensino-aprendizagem.
Também houve questionamentos quanto a iniciar os estudos pela TP3, já que aqueles que têm o material em mãos e leram perceberam que na TP3 retoma assuntos tratados na TP1, mas procurei acalmá-los dizendo que partimos da concepção de que o desempenho lingüístico se dá por textos apontando duas direções: o texto como atuação social e como organização de informações. Estas duas dimensões estão inter-relacionadas, mas para fins didáticos serão olhadas separadamente.
Mostrei alguns gêneros distribuídos em envelopes para que pudesse fazer um estudo intuitivo e que eu pudesse perceber até que ponto eles tinham conhecimento do assunto. Entre os gêneros expus fábulas, provérbios, propaganda e publicidade e cordéis. Neste momento eles identificaram os gêneros expostos, suas características e finalidades socializando os resultados para os outros grupos.
Já com os cursistas tendo algum conhecimento de como seriam realizados os trabalhos e quais seriam as temáticas realizei a dinâmica da árvore do conhecimento para que pudesse perceber quais as expectativas e contribuições do grupo em relação do programa, sendo que foi quase de consenso que eles esperam contribuir para que realmente o Programa aconteça trocando experiências com seus colegas e as expectativas é que possam também aprender com os colegas e levar até seus alunos esses novos conhecimentos enriquecendo ainda mais suas aulas e melhorando cada vez mais o ensino-aprendizagem.
Encerei com a solicitação de que os cursistas fizessem à avaliação deste primeiro encontro onde apontaram como ponto negativo apenas a falta do material para que pudessem manusear.
No dia 08.05.09 realizei a oficina 5 começando com a mensagem “Cristo” e logo depois a Parte I da oficina com os cursistas trocando experiências sobre os trabalhos do Avançando na Prática que realizaram na sala de aula. Exibi uma mensagem (love), pedi que refletissem sobre ela e a importância de dar o devido valor a criatividade, principalmente na escola e logo após começaram a Parte II entregando os relatos de experiência e falando sobre as dificuldades que encontraram na hora de desenvolver a atividade no que diz respeito à reprodução do AAA do aluno, sendo que neste momento não apontaram dificuldades quanto à temática proposta.
Na Parte III os cursistas desenvolveram as duas atividades propostas sendo que procurei mostrar a eles a importância do texto poético em nossas vidas, que embora a maioria não tenha acesso aos livros clássicos podemos ter versões mais acessíveis, principalmente através das músicas. Apresentei aos cursistas várias manifestações poéticas (ditados populares, cordéis, músicas, charges, etc).
Os grupos socializaram os trabalhos e fizeram a avaliação da oficina considerando que os objetivos foram alcançados e acrescentando a importância de atividades como estas para que realmente haja o crescimento do grupo quanto as temáticas propostas.
Na Parte V propus ao grupo que refletisse sobre a inter-relação entre leitura e a produção de texto, procurando que cada um dissesse o que consideraria uma leitura ativa e como podem contribuir para que seus alunos consigam relacionar leitura e produção de textos, gêneros e tipos textuais e sugerindo que cada um falasse um pouco sobre o que seria descrição, narração e dissertação que serão os temas abordados no nosso próximo encontro.
O que pude perceber até o momento é que embora a maioria tenha dito que as temáticas já eram conhecidas e que já tinham sido trabalhadas estão percebendo que muito já aconteceu de mudança no que diz respeito aos gêneros e tipos textuais com a incorporação de novos gêneros e tipos textuais devido à globalização e a inserção dos novos meios de comunicação, dentre eles, principalmente a internet. Percebi uma certa dificuldade por parte do grupo quanto ao redigir o relato das experiências que deve ser entregue ao formador e por essa razão procurei orienta-los com um roteiro.
No dia 22.05.09 aconteceu a oficina 6 que diz respeito aos tipos textuais. A maioria trabalhou com o texto narrativo, descritivo e injuntivo não apontando dificuldades quanto aos trabalhos realizados. Os alunos apresentaram dificuldades apenas quanto às terminologias: injuntivo e preditivo, mas após os esclarecimentos da cursista conseguiram produzir as atividades que foram solicitadas. Os outros cursistas não colocaram nenhuma dificuldade ao realizar as atividades propostas, mais quase não falavam nada sobre a experiência por isso procurei instigá-los para que não se sentissem inibidos quanto à colocação de suas experiências e com isso conseguiram ser mais claros em suas colocações expondo a forma como foi realizada a atividade proposta.
Na Parte II da oficina recolhi os relatos de alguns, pois nem todos fizeram dizendo que realizaram as atividades propostas, mas não escreveram sobre elas. Comentei que é muito importante que eles façam os relatos escritos tanto para a sua avaliação quanto pelo fato de que quanto mais demoram para escrever mais se perde o que foi feito.
Neste momento alguns até questionaram sobre a possibilidade de fazer os relatos apenas no Blog e outros questionaram a possibilidade de fazer o relato por TP e não por oficina, o que fiquei de verificar com o formador da Unb e trazer uma resposta.
Na Parte III os cursistas formaram grupos com colegas para trabalhar o texto Composição: O salário mínimo, de Jô Soares. Leram e analisaram o texto enumerando argumentos para que ele seja considerado um exercício de redação escolar e o outro grupo argumentando não se tratar de um exercício escolar, mas sim de uma carta argumentativa.
Com esse trabalho procurei mostrar ao grupos como os gêneros são usados em diferentes situações comunicativas e que a composição tipológica não é homogênea nem previsível que cada um pode usar os gêneros de forma que satisfaça as suas necessidades e adequando ao suporte no qual vai circular.
Na Parte IV que diz respeito a avaliação os cursistas colocaram como positivo o momento de troca de experiências e como dificuldade para a realização da oficina o pouco tempo para analisar o texto.
Encaminhando a próxima oficina fiz uma retomada quanto aos assuntos que foram tratados na TP3 (Gêneros textuais e tipos textuais) mostrando aos cursistas que não foi possível esgotar os assuntos que continuarão fazendo parte das outras TPs e que esse estudo serviu apenas de fio condutor para que eles continuem trabalhando os conteúdos com seus alunos até que os mesmos se sintam capazes de lidar com os inúmeros gêneros e tipos textuais, enfocando principalmente, os gêneros e tipos que eles ainda não trabalharam que seriam: o texto argumentativo, o injuntivo e o preditivo e quanto aos gêneros que eles trabalhem mais com o texto poético que quase sempre fica esquecido no trabalho das nossas escolas.
No dia 05.06.09 teríamos de trabalhar com a Oficina 7, TP4 “Leitura e Processos de escrita I. Iniciei os trabalhos com uma mensagem (Lindo/Lindo) e logo após a exibição de um vídeo sobre Letramento e Alfabetização, pedindo que os cursistas fizessem uma reflexão onde eles observaram que é preciso trabalhar a Língua Portuguesa na perspectiva do Letramento, entendendo agora o motivo de começar os estudos pela TP3.
No segundo momento cada cursista ao expor como foi a realização dos trabalhos em sala de aula começou a falar que está com dificuldades quanto ao tempo que tem disponível para trabalhar com o Programa devido a outras formações as quais tem que participar também, pois se sente obrigado a isto uma vez que se não o fizer poderá perder sua vaga no ano seguinte por ter uma pontuação menor que o seu concorrente. A maioria não tinha realizado os estudos da TP conforme foi proposto e outros ainda não conseguiram realizar os trabalhos das TPs anteriores, por isso resolvi fazer um novo encaminhamento.
Na Parte III os cursistas foram divididos em grupos para que pudessem realizar os estudos da Unidade 13 durante as horas previstas para essa oficina e também aproveitei para mostrar alguns passos para a criação dos Blogs.
Tenho cursistas que desenvolvem ótimos trabalhos, mas ainda de forma pontual e não processual como é previsto no Gestar, acredito que devido à falta de inclusão do Programa no planejamento anual já que o material foi recebido depois do início do ano letivo.
Acredito que este encaminhamento de hoje será de essencial importância para que o grupo possa se organizar e para que possamos fazer um trabalho mais produtivo a partir de agora. Tenho percebido que alguns cursistas não estão realizando os estudos propostos das unidades impares em casa e apenas aplicando o Avançando na Prática com mo qual os alunos tem mais familiaridade e que alguns já não estão comparecendo aos encontros presenciais e acredito que seja devido a carga acumulada de atividades.
Reforcei para os cursistas que temos no programa os plantões pedagógicos que servem para sanar as dúvidas na hora de aplicar os Avançando na Prática e que a maioria não está fazendo uso deste momento.
Ao pedir que fizessem a avaliação da Oficina, a maioria colocou que o encaminhamento foi muito positivo e que era necessário (e eu espero que realmente está fala seja verdadeira) e que a partir de agora os trabalhos possam ser mais significativos e pontuais, inclusive no que se refere aos registros, pois tenho observado que alguns cursistas estão fazendo os estudos das TPs, desenvolvendo as atividades com os alunos, mas não estão conseguindo fazer os registros necessários para a sua avaliação.
Quanto aos Acompanhamentos Pedagógicos até o momento realizei apenas um, que considero que foi muito produtivo e o outro que estava agendado quando compareci a escola o cursista não tinha preparado.
Concluindo o que posso perceber é a vontade que os cursistas têm de permanecer no programa e a falta de condições para isso acontecer. Temos professores que não se inscreveram e hoje solicitam de nós, formadores, a disponibilidade do material para que eles possam usar em suas escolas, professores que elogiam o material dizendo que ele é muito bom, que é disso que estão precisando e que devido a falta de tempo o trabalho não está ficando satisfatório nem para o aprofundamento do seu conhecimento, nem param o aprofundamento da aprendizagem do aluno e outros que gostariam de fazer parte do programa e não podem por não estarem em sala de aula (diretores e coordenadores) ou outros que estão em sala, mas com outras disciplinas, embora sejam formados em Letras.
Nas avaliações os cursistas colocam que sentem a falta de alguns colegas que não estão participando mais do programa e que isto é uma pena já que o material é tão bom. Só por essas falas é possível perceber o quanto o programa está sendo importante, uma vez que na aula introdutória estes mesmos cursistas estavam dizendo que as temáticas já eram conhecidas e já tinham sido trabalhadas antes.
A formação continuada é a única que pode dar conta dos problemas que nos acompanham que a formação inicial não deu conta de resolver e quando ela acontece de forma que se possa trabalhar teoria e prática se torna ainda melhor.
Como diz Porto, 2000 “ A formação continuada de professores e suas práticas pedagógicas não podem ser dissociadas, pois a formação se dá enquanto acontece a prática”. E ainda segundo Porto,2000, o espaço escolar é considerado “Como espaço estimulador da investigação, da criatividade, condições ou características essenciais da formação/prática pedagógica inovadora”. É disso que estamos precisando nas escolas, de inovação, para que possamos acompanhar as mudanças que acontecem na sociedade. O professor não dá conta disso sozinho e ele precisa de colegas com quem ele troque experiências e de pessoas com um pouco mais de conhecimento que os ajudem a aprofundar suas teorias e a pensar em novas metodologias para a sua prática pedagógica.

GLÓRIA D' OESTE E PORTO ESPERIDIÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE BRASILIA
SECRETARIA ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DE MATO GROSSO
MUNICIPIOS: GLORIA D’ OESTE E PORTO ESPERIDIÃO
FORAMDOR DA UNB: MAURICIO SANTOS
FORMADORA: MILTS DE SOUZA LADEIA

RELATORIO DA TERCEIRA OFICINA DO GESTAR II DE LINGUA PROTUGUESA DOS MUNICIPIOS DE GLÓRIA D’OESTE E PROTO ESPERIDIÃO - MT
BOA TARDE PROFESSOR MAURICIO!!! A PRIMEIRA E SEGUNDA OFICINA DO GESTAR II DE LINGUA PORTUGUESA DOS MUNICIPIOS DE GLORIA E PORTO FOI MINISTRADA PELA COORDENADORA DO GESTAR II DE GLORIA D'OESTE, PORÉM POR EXCESSO DE TRABALHO ELA PRECISOU DESISTIR E A PARTIR DE ENTÃO EU ASSUMI, POR ISSO A TERCEIRA OFICINA (TP4), FOI MINISTRADA POR MIM, QUE TAMBÉM SOU A FORMADORA DOS CURSISTAS DO MUNICIPIO DE SÃO JOSÉ DOS QUATRO MARCOS- MT, ( A TERCEIRA E AS OUTRAS SERÃO MINISTRADAS POR MIM), VISTO QUE AGORA ALÉM DE FORMADORA DO GESTAR II DE LINGUA PORTUGUESA, NO MUNICIPIO DE SÃO JOSÉ DOS QUATRO MARCOS -MT, PELA REDE MUNICIPAL DE ENSINO, SEREI TAMBÉM FORMADORA DOS MUNICIPIOS DE GLORIA D'OESTE E PORTO ESPERIDIÃO, PELA REDE ESTADUAL .PORTANTO ESTOU LHE ENVIANDO TAMBÉM O RELATÓRIO DESSA TERCERIA OFICINA OCORRIDA EM PORTO ESPERIDIÃO, ATENDENDO AOS CURSISTAS DESSE MUNICIPIO E TAMBÉM DE GLORIA D'OESTE.(SÃO 22 CURSISTAS QUE ORA SE REUNEN EM GLORIA,ORA EM PORTO) NA TERCEIRA OFICINA DO GESTAR E PRIMEIRA MINISTRADA POR MIM, ME APRESENTEI AOS CURSISTAS, REALIZEII UMA DINAMICA E ESCLARECI ALGUMAS DÚVIDAS SOBRE O PROGRAMA, PORTFOLIO E PROJETO. EM SEGUIDA DEMOS INICIO A TERCEIRA OFICINA QUE ERA SOBRE O TP4.ESSA OFICINA TEVE DURAÇÃO DE OITO HORAS E ACONTECEU NO DIA 05/06/2009, NOS PERIODOS MATUTINO E VESPERTINO. ALGUMAS PROFESSORAS SOCIALIZARAM SUAS EXPERIENCIAS, ONDE OS CURSITAS PARTICIPARAM DANDO OPINIÕE E CITANDO FATOS MARCANTES DURANTE A TRANSPOSIÇÃO DIDÁTICA, FOI QUESTIONADO A QUE GENERO TEXTUAL PERTENCIA O TEXTO CIRCUITO FECHADO DE RICARDO RAMOS E TAMBÉM SUGERIDAS VÁRIAS ATIVIDADES A SEREM TRABALHADAS EM SALA DE AULA COM ESSA CRÔNICA. EM SEGUIDA REALIZAMOS A OFICINA ONDE ESTÁ O SENTIDO DO TEXTO,DEPOIS LEMOS E REFLETIMOS O TEXTO FOME E VONTADE DE LER. REALIZAMOS A DINAMICA DO COMPLEMENTO E DISCUTIMOS A IMPORTANCIA DA INTERAÇÃO ENTRE ALUNOS E ALUNOS; PROFESSORES E ALUNOS;FORMADORES,DIRETOR,COORDENADOR E CURSISTAS. FOI TAMBÉM UMA OFICINA MARAVILHOSA, ONDE REUNIU PROFESSORES DA ZONA RURAL E URBANA E PUDERAM ESTAR SOCIALIZANDO ATIVIDADEWS REALIZADAS EM DIFERENTES REALIDADES. OS PROFESSORES CURSISTAS SÃO MUITO DEDICADOS E COMPROMISSADOS, O QUE FACILITA MUITO O TRABALHO DO FORMADOR. PARA ENCERRAR TRABALHAMOS OS DITADOS, REPRESENTADOS COM A LINGUAGEM NÃO-VERBAL, O QUE GEROU UMA DISCUSSÃO MUITO INTERESSANTE SOBRE A LEITURA DE IMAGENS. SEGUE FOTOS DO ENCONTRO.GRANDE ABRAÇO.